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Pró e Contra Monitorização Minimamente Invasiva - Drs. Victor Sampaio e Adriano Chaves

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Evidências no Peri Operatório de Cirurgia Cardíaca - Dr Diogo Azevedo

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https://youtu.be/jtusdRbFJ5E

Abordagem Percutânea das Cardiopatias Estruturais - TAVi e além .... - Dr. Cristiano Guedes

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https://youtu.be/nulg_cTFKFE

Papel da Hemodinâmica na Avaliação da Hipertensão Pulmonar e TEP Crônico - Dr. Marcelo Gottschald

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https://youtu.be/DYb7Fj5vEiA

Cirurgia Cardíaca em Pacientes com Idade Avançada - Dr. Luciano Rapold

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https://youtu.be/Ta4_xiG8wT8

DAPT: duração, troca e descalonamento em pacientes de alto risco de sangramento Dr. Carlos Vinicius Espirito Santo

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https://youtu.be/UCkvdZNWYTI

FOP-CIA - Oclusão Percutânea de Shunts Intra-Cardíacos - Dr. Antônio Neri

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https://youtu.be/xQABH4QscBg

Ecocardiografia, point of care, Monitorização Hemodinâmica e Avaliação à Beira Leito - Dr. Alexandre Souza

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https://youtu.be/Xv8PMZckCwc

Devemos anticoagular o paciente renal crônico portador de FA?

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Ainda é desconhecido a real prevalência de pacientes com doença renal crônica (DRC) no Brasil. Ana Marinho e cols 1 , em 2017 , descreveram que cerca de 3 a 6 milhões de brasileiros são portadores de DRC, destes mais de 100mil em terapia dialítica. Por outro lado, estima-se que 10% dos pacientes com doença renal crônica dialítica sejam portadores de fibrilação atrial (FA). A grande questão é: devemos anticoagular nosso paciente dialítico portador de FA?                Pacientes em diálise têm maior incidência de acidente vascular encefálico (AVE) e em contrapartida, maior risco de sangramento, tornando a decisão pela anticoagulação um assunto cada vez mais debatido e complexo. Então na busca de respostas para nossa questão, foi realizado uma meta-análise publicada no JACC 2 este ano, “ Oral Anticoagulation for Patients With Atrial Fibrillation on Long-Term Hemodialysis ”.      ...

O sal e doenças cardiovasculares, culpado ou inocente?

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Os termos sal e sódio (1 g de sódio = 2,5 g de sal) são frequentemente usados de forma intercambiável. No entanto, com base no peso, o sal compreende 40% de sódio e 60% de cloreto, sendo a sua principal fonte, a dieta (90%). Antes de entrarmos no cerne do problema, é necessário um breve contexto histórico. Por milhares de anos, a única fonte de sal para os humanos era o mineral encontrado naturalmente nos alimentos, sendo a ingesta estimada em 0,5g/dia por cada indivíduo. Com o passar dos séculos, após a descoberta de suas propriedades conservantes, há cerca de 5.000 anos, o sal gradualmente se tornou a mercadoria mais tributada e comercializada no mundo. A partir disso, a alta ingesta de sal, por várias vias complexas e interconectadas, está relacionada a danos nos órgãos-alvo, resultando em doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas. Mas os estudos observacionais e randomizados concordam com esta afirmação?  O principal problema metodológico dos estudos epidemiológ...